INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A DENGUE


FITOTERAPIA

Desde a idade de 18 anos, só me trato com ervas, agora chamado tratamento fitoterapêutico.

No ano em que nasci, o Rio foi assolado por uma epidemia chamada "espanhola" e um remédio fitoterápico salvou muita gente.

Estou divulgando o remédio sempre que posso. Ele está no site diretrizes, mas vou reproduzi-lo aqui, porque não tem contra indicação. É remédio de ervas; não tem reações negativas.

Fórmula 12
- Flor de sabugueiro...... 5 gramas
- Folhas de Pitangueira... 5 gramas
- Casca de limão pequeno
- Água a contento.
Tomar 3 xícaras ao dia, durante 3 dias seguidos. Ao primeiro sinal de febre deve ser aplicado o remédio.
Informar não custa e é um dever quando se trata de beneficiar.

Enviado por: Nilton Figueiredo


Própolis contra Dengue

Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porque não há interesse: a própolis é barata e não enriquece ninguém; as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue; a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos...

Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue
Publicado em 02/04/07.

O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue. Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B), que repelem os insetos.

Composição da Própolis

A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir de cascas, resinas e botões de flores.Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.

Uso Preventivo

A tintura de Própolis, na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma: Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6h.

Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).

Uso com a Dengue Instalada
(TRATAMENTO RADICAL)

Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
Crianças: - 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério), quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes, a cada 2hs.
- 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério), quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes, a cada 2hs.
- 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério), quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes, a cada 2hs.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS

Gilvan alerta para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO, para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara essa sensibilidade, mas pode ocorrer. Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.

Enviado por: Malu Mussi


VACINA PARA DENGUE

Todo mundo sabe que está havendo uma epidemia de dengue no Rio, não é? O que nem todo mundo sabe é que existe um remédio homeopático preventivo contra a dengue, muito simples de fazer e de tomar.

As Secretarias Municipais de Saúde de algumas cidades do estado do Rio e outras de São Paulo, além de Cuba, que parece ter importado pra lá a receita desenvolvida por médico brasileiro, sanando o problema da dengue com sucesso desde 2003, ofereceram este remedinho nos postos de saúde, mas as Secretarias Estaduais de Saúde, provavelmente sofrendo a maior pressão dos grandes laboratórios (o Tylenol não deve ter deixado barato), entraram com processo contra essa prática, sem no entanto
vencer a causa.

Macaé e Silva Jardim, no Rio, e São José do Rio Preto, em São Paulo, são os exemplos que tenho na memória agora. Se quiserem, podem pesquisar no Google, como eu fiz, pra conferir. Bom, então, como meu homeopata me deu a receita pra essa prevenção contra uma doença ridícula, mas que pode matar, decidi passar pra vocês.

Eu já encomendei e já tomei. Não tem efeito colateral, hipertenso, diabético, grávidas e etc. podem tomar sem medo. Só criança abaixo de 2 anos é que deve ligar para ele para saber a dose certa (Sergio Crivano: 2258-6506). Ele vai atender de ótima vontade porque está preocupadíssimo com o surto de dengue e com o número de crianças que está morrendo. E a gente nem fica sabendo...

De seis em seis meses, cada pessoa toma a seguinte fórmula ao deitar:

Solicitar uma fórmula em papel de Eupatorium Perfoliatum CH 30, Crotalus Horridus CH 30 e Phosphorus CH30 (são os três elementos em 30 ch ÃÃ no mesmo papel).

Segue endereço da única homeopatia que usa matéria-prima de qualidade para esse medicamento: (não estou ganhando 10% e nem o médico...rs)

Homeopatia Átomo
Rua Uruguaiana, 39 sobre loja Tel. 2224 4647
Pode pedir por telefone e o papel para cada um da família.

Assim, podemos até contrair dengue, mas ela vem mais branda. Se a contrairmos, o tratamento é feito com o mesmo medicamento homeopático,
mas em gotas, três vezes ao dia, parece que por sete dias (melhor consultar seu homeopata, nesse caso, ok?). Segundo o meu médico, em três dias o paciente melhora!!!

Esse tratamento já é feito em muitos lugares desde 2002, mas não é divulgado... (2002 foi o ano em que tive dengue, e durou uns 7 dias pra eu melhorar!!) Tomara que vocês aprovem minha iniciativa e, assim, a divulguem também, porque se trata de um problema que pode atingir a todo mundo, então vale a pena ajudar, certo? Desculpem se exagerei...

Enviado por: Regina Moreira


DENGUE - EQUÍVOCO NO TRATAMENTO - UM ALERTA!

O vírus do Dengue é um flavivirus, portanto do mesmo gênero do vírus da hepatite C e da febre amarela, que também são hepatotrópicos (afetam o fígado). Assim, a hepatite não pode ser considerada uma complicação do dengue, pois faz parte da história natural da doença.

Aspectos histológicos (microscópicos) de hepatite viral têm sido demonstrados em biópsias hepáticas de pacientes com dengue, como degeneração dos hepatócitos (células que compõe o fígado), necrose centrolobular, degeneração gordurosa, hiperplasia de células de Kupffer, infiltração de monócitos e alterações muitas vezes de grande monta, a exemplo do que ocorre na febre amarela.

Diversos estudos demonstram que 80 a 100% dos pacientes com dengue, mesmo sem hepatomegalia (fígado aumentado), apresentam algum sintoma.

O tratamento da Dengue é sintomático, isto é, são utilizados medicamentos apenas para amenizar os sinais e sintomas, e não para combater o vírus. O próprio sistema imunológico acaba com o vírus em alguns dias. Mesmo assim, deve-se fazer repouso, não se agasalhar excessivamente e beber muito líquido para evitar a desidratação proporcionada pela febre e evitar sintomas mais desagradáveis. No caso da forma hemorrágica, é recomendada a aplicação de soro e plasma. Em alguns casos mais graves pode haver a necessidade de transfusão de sangue.

Sem que haja qualquer estudo sério a respeito, estabeleceu-se ser o paracetamol (Dôrico®, Tylenol® etc) o fármaco mais utilizado para tratamento da dor e febre no paciente com dengue. Vale ressaltar que o vírus do dengue causa, em praticamente 100% das pessoas infectadas, um quadro de hepatite, e o paracetamol é muito tóxico para esse órgão e poderá agravar o problema. O ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®, Doril®, etc.) é contra-indicado, porque essa substância interfere nos mecanismos de coagulação e pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.

Baseado nos perfis dos medicamentos e da doença, os medicamentos que poderiam ser utilizados com um pouco mais de segurança seriam a dipirona (Novalgina®, Dorflex®, Anador® etc.) e o ibuprofeno (Dalsy®, Alivium®). Mas sempre de forma comedida e com orientação médica. Na maioria das vezes, o doente se recupera em uma semana. A recuperação costuma ser total, não deixando nenhum tipo de seqüela.

É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo, geralmente em até quinze dias. Paracetamol é uma substância que exige um esforço do fígado para metabolizá-la (para ser absorvida). A diferença entre a dose terapêutica (para o tratamento) e a tóxica é muito pequena.

Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto saudável pode ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas o mais seguro é consumir o mínimo possível. O excesso pode causar hepatite medicamentosa.

Hepatite tóxica mata rapidamente, adultos e crianças. Ela pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue. O antagonista dos efeitos adversos do Paracetamol é a Acetilcisteína injetável.

Autor: Prof. Dr. Edimilson Ramos Migowski de Carvalho, MD. PhD. Professor de Infectologia Pediátrica da UFRJ - CREMERJ 441.679. Vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro


Em caso de suspeita de Dengue, clique no link abaixo e saiba como agir.

Suspeita de Dengue


ARMADILHA PARA PEGAR MOSQUITO DA DENGUE

Durante a palestra "Mitos e Verdades Sobre a Dengue", especialistas apresentaram uma solução simples, que pode ser feita em casa, para ajudar autoridades e comunidade no combate à proliferação do mosquito transmissor. Para descobrir se uma determinada região é foco de dengue, os microbiologistas Maulori Cabral e Maria Isabel Libreto, do Instituto de Microbiologia da UFRJ, têm experimentado, com sucesso, uma mosquitoeira feita de garrafa PET que, assim como a tradicional ratoeira para roedores, age como uma armadilha de mosquitos.

"A mosquitoeira só deve ser usada em locais onde há mosquitos, senão ela pode acabar atraindo os insetos desnecessariamente (Isabel Libreto)"

- Por causa do seu formato de funil, ela (mosquitoeira) acaba atraindo o mosquito com mais facilidade do que outros focos de água suja. Mas a mosquitoeira só deve ser usada em locais onde há mosquitos, senão ela pode acabar atraindo os insetos desnecessariamente - explica a professora Maria Isabel Libreto.

Para fazer a mosquitoeira, é necessário ter uma garrafa PET, microtule, lixa de madeira, fita isolante, alpiste, arroz cru ou ração de gato e água. Depois de pronta, ela vai atrair o aedes aegypti e outros mosquitos, que vão depositar seus ovos naquela água. Quando os ovos virarem larvas e depois mosquitos, ficam presos dentro da mosquitoeira. - Na hora de jogar a água da mosquitoeira fora, o ideal é misturá-la com detergente ou água sanitária para matar os bichinhos, ou misturar a água com areia. Não jogue o líquido na pia, em jardins ou no vaso sanitário, já que isso pode estimular a proliferação dos mosquitos - avisa Maria Isabel.

APRENDA A FAZER:

Clique aqui e assista o vídeo com o passo-a-passo

1. Junte os seguintes materiais: uma garrafa pet de 1,5 ou dois litros; uma tesoura; uma lixa de madeira nº 180; um rolo de fita isolante preta; um pedaço (7 x 7 cm) de tecido chamado microtule, também conhecido como véu-de-noiva; quatro grãos de alpiste ou uma pelota de ração felina;

2. Tire a tampa da garrafa e, com um jeitinho especial, remova o anel do lacre. Este será usado como componente da sua mosquitérica;

3. Dobre o pedaço de tule e cubra a boca da garrafa. Use o anel do lacre como presilha. Esta fase exige o jeitinho especial, pois é necessário forçar a presilha para alcançar, pelo menos, a segunda volta da rosca. Para melhorar o visual, você pode aparar o excedente da malha que ficou aparecendo; 4. A próxima etapa é cortar a garrafa em duas partes. Antes de iniciar o corte, amasse a garrafa até obter uma dobra. Com o plástico dobrado fica mais fácil cortá-lo. Agora, use esse corte como furo para posicionar a tesoura e cortar o restante da garrafa; Uma das partes vai servir de copo e a outra, como um funil, será a tampa;

5. Agora você vai lixar toda a superfície da tampa, que corresponde à face interna da boca do funil, até torná-la completamente áspera e fosca. Essa peça constituirá a tampa da mosquitérica;

6. Para estabelecer a altura ideal do nível da água na mosquitérica e preciso encaixar a tampa, com o bico para baixo, dentro do copo. Identifique, de cima para baixo, o intervalo de altura que vai da boca do copo até o fundo fosco da tampa. O ponto médio desse intervalo deve ser considerado como a altura do nível da água na sua mosquitérica. Marque esse nível com um pedaço de fita isolante, bem fino, como se fosse uma linha, colada pelo lado de fora do copo. Essa marca também delimitará o espaço de ar que ficará acima da água, entre as duas peças da mosquitérica;

7. Chegou a hora de começar a montagem da mosquitérica: encher a parte do copo com água até o nível; colocar o alimento (quatro sementes de alpiste trituradas ou a pelota de ração felina) dentro d’água; posicionar a tampa, de maneira simétrica, com o bico para baixo.

8. Use a fita isolante para fixar as duas peças da mosquitérica e, ao mesmo tempo, vedar o espaço entre a borda do copo e a face externa da tampa;

9. Coloque a armadilha em local fresco e sombreado. Após uma semana, verifique a altura da coluna de água. Se estiver abaixo do nível, complete-a. Com o nível da água mais alto, os ovos que foram depositados na superfície áspera da tampa ficarão dentro d’água e, em poucos dias, será possível visualizar larvas de mosquitos nadando na mosquitérica. De agora em diante, observe-a todos os dias, acrescentando água à medida que esta for evaporando. As larvas se alimentarão dos micróbios presentes na água, que são alimentados pelos grãos ou sementes adicionados. As larvas eclodem do ovo, no estágio 1 e crescerão passando pelos estágios 2, 3 e 4, até se transformarem em pupas. Estas, por metamorfose, se transformarão na forma alada de mosquito.

10. Você pode saber se as larvas que apareceram são da espécie Aedes aegypti. Use o foco de luz de uma lanterna. Se as larvas fugirem da luminosidade, ou seja, se demonstrarem o fotatactismo negativo, são Aedes aegypti. Então, você pode ter certeza, tem alguém na redondeza criando esses “bichinhos”, como animais de estimação (mascote).


VINAGRE USADO NO COMBATE À DENGUE

A prefeitura de Piracicaba (SP) está utilizando o vinagre em seu programa de combate à dengue. A idéia surgiu após a divulgação dos resultados de uma pesquisa feita pelo engenheiro agrônomo Reinado José Rodella. Os estudos confirmaram que o ácido acético, substância presente no produto, elimina as larvas do mosquito aedes aegypti. A adição de 5ml de vinagre (uma colher de sobremesa) para cada 100ml de água parada é suficiente para combater o mosquito transmissor da doença.

A técnica tem se mostrado eficiente. Desde o início do ano de 2006, foram registrados seis casos na cidade. Todos "importados" (contraídos por moradores quando estavam em outras cidades), segundo a prefeitura. Além da praticidade, a técnica pode representar uma grande economia. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, um dos que mais sofre com a doença, investiu, nos últimos cinco anos, R$ 10 milhões nas campanhas públicas para eliminar os focos de reprodução do mosquito, com a importação de um biolarvicida cubano. Rui Dammenhain, presidente do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa), aprova a idéia. "As principais vantagens do vinagre são a simplicidade e o baixo custo. É uma técnica acessível a todos. Todo mundo tem vinagre em casa", explica. "Bastaria que todos os brasileiros fossem orientados a usar o vinagre, um produto comum e sem qualquer contra-indicação, para que a dengue, que sempre nos períodos de chuva se torna um risco de epidemia em todo o Brasil, fosse eliminada", ressalta.

Além dos focos tradicionais de água parada, como vasos de planta e pneus velhos, Dammenhain faz outras recomendações para o uso do vinagre. "Se tivermos o cuidado de colocar uma colherinha de vinagre nos ralos, pode se ter um resultado bastante satisfatório", diz. Ele lembra que o vinagre também pode ser usado para desinfetar verduras antes do preparo para consumo.

Previna-se: A dengue clássica apresenta-se, geralmente, com febre, dor de cabeça, no corpo, nas articulações e por trás dos olhos, podendo afetar crianças e adultos. A dengue hemorrágica é a forma mais severa da doença, pois, além dos sintomas citados, é possível ocorrer sangramento. Em casos graves, pode causar falência múltipla dos órgãos e até mesmo a morte.

O tratamento é apenas sintomático. Tomar muito líquido, para evitar desidratação, e utilizar antipiréticos e analgésicos sem ácido acetilsalicílico, para aliviar os sintomas, são as medidas de rotina. Por interferir com a coagulação, medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico são contra-indicados.
Enviado por: Pedro Ernesto Araújo


HOMEOPATIA TAMBÉM ATACA A DENGUE

Em decorrência da série crise de contaminação pelo mosquito da dengue, que acomete o estado do Rio de Janeiro, alguns homeopatas, entre eles, Ana Teresa Doria Dreux (telefone 2285-2225), sugerem a seguinte fórmula para prevenção e tratamento do dengue, já testada por eles há 8 anos. Rhus tox. / Eupatorium perf. / China off. / Ledum palustre/ Gelsemium/ 5CH/ aã. Pode ser feita em glóbulos (sacarose), tabletes (lactose), ou gotas (alcoolatura a 30 ou 70 %) em qualquer farmácia homeopática, colocando, ao lado dos componentes acima, a forma de apresentação: glóbulos ou tabletes, 12g, ou gotas, 15 ml.

Pode ser usada como preventivo da dengue, desta forma: tomar 3 glóbulos ou tabletes ou gotas, uma vez ao dia, enquanto durar a temporada da epidemia. Isto, tanto para adultos como para crianças de qualquer idade, sendo que, no caso de crianças, não se usa a forma alcoólica. O medicamento deve ser dissolvido lentamente na boca.

Como tratamento, no caso de dengue ou mesmo suspeita de dengue, o mesmo número de glóbulos, etc., de duas em duas horas até a remissão completa dos sintomas. Nos inúmeros casos tratados, a doença evolui de maneira branda, e resolve sem agravar ou deixar seqüelas. Para os pacientes que a usam como preventivo, até hoje não houve um caso de contaminação relatado à especialista.

Em caso de dengue hemorrágico, acrescenta-se ao tratamento acima, dois medicamentos: Phosphorus 12 CH , 4 glóbulos ou tabletes ou gotas pela manhã e à tarde: Crotalus horridus, 12 Ch, 4 tabletes ou gotas pela manhã e à tarde, até as plaquetas se normalizarem. Nos casos acompanhados, as plaquetas subiram rapidamente de maneira surpreendente. A alcoolatura a 30% é indicada para pacientes que não podem tomar açúcar e o medicamento não tem um prazo de validade muito grande. Com alcoolatura a 70%, o prazo é de dois anos. Obviamente que para crianças são mais indicados os tabletes.

Para quem tem alergia à lactose, usar os glóbulos. Pode-se usar externamente a pomada de Ledum palustre como repelente, a qual funciona de modo bastante eficaz e não traz alergias. Chamamos a atenção para o fato de que a homeopatia não dispensa nem interfere nos cuidados médicos obrigatórios nesses casos, nem se deve desleixar na erradicação do vetor, combatendo seus focos de proliferação.

Enviado por: Anna Eliza Führich

REPELENTES NATURAIS

Repelentes caseiros:

Manjericão - Ferva três copos de água para duas colheres de sopa de folhas de manjericão, abafe por 20 minutos. Coe e beba de três a quatro xícaras ao dia ou aplique a solução na pele. Plantar mudas de manjericão em volta da casa, no quintal, também ajuda a espantar os mosquitos.

Alfazema - Ferva três copos de água para duas colheres de sopa de folhas fatiadas de alfazema, Abafe por 20 minutos. Coe e beba de três a quatro xícaras ao dia ou aplique a solução na pele.

Alho - Ferva dois copos de água com dois dentes de alho picados, durante 20 minutos, numa panela tampada. Coe e dilua uma colherinha de café do chá em meio copo de água. Beba três vezes ao dia, adicionando uma colher de sobremesa de mel.

Citronela - Ferva quatro copos de água para quatro colheres de sopa de folhas de fatiadas de citronela. Abafe por 20 minutos. Coe e beba e passe a solução no chão e parapeitos das janelas, usando um pano limpo. Plantar mudas de citronela em locais ventilados, de forma que seu aroma chegue nos locais onde se queira manter os mosquitos afastados

Receitas do fitoterapeuta Marcos Stern Publicadas no Jornal EXTRA em 22/03/08
Enviado por: Neide Borges

Cravo da Índia - 1 litro de álcool, 12 cravos da índia, 2 pedras de cânfora. Deixar 8 dias em infusão e depois passar pelo corpo, de 2 em 2 horas.

*Esta receita foi dada pelo doutor Donato de Oliveira
Enviado por: Janete Rosa dos Ventos

VOCÊ SABE COMO O MOSQUITO DA DENGUE VEIO PARAR NO BRASIL?

Conhece aquela brincadeira em que alguém diz uma palavra e os outros falam depressa o que lhes vem à cabeça?

O que você responderia se a palavra fosse "dengue"? Ponto para quem pensou em mosquito, água parada, dor no corpo, navio... Epa! O que navio tem a ver com dengue? Ora, foi de navio que o Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, chegou ao Brasil.

Para ficar por dentro dessa história, você precisa embarcar numa aventura que tem como ponto de partida a África.

Século XIX, costa oeste da África. Clima quente e úmido, propício para a proliferação de mosquitos. E eles estão por toda parte, até dentro dos navios ancorados, que aguardam o embarque de homens e mulheres para serem vendidos como escravos nas Américas do Sul e Central.

A cena mistura mosquitos com tráfico de escravos e tem tudo a ver com a vinda do Aedes aegypti para o Brasil. O mosquito foi descrito pela primeira vez no Egito, daí o " aegypti " de seu nome.

Ele se espalhou pela África e atravessou o Oceano Atlântico a bordo dos chamados navios negreiros. Não foi bem o mosquito que viajou e, sim, seus ovos. O ciclo de vida do mosquito, do ovo até um novo adulto, dura de oito a dez dias. As tais viagens, naquela época, podiam levar até um ano.

Para ficar meses no mar, os navios precisavam transportar alimento e... água. Grandes moringas de barro eram usadas para armazenar a água a ser bebida. Eram elas os criadouros do mosquito. As fêmeas do Aedes aegypti depositam seus ovos em superfície úmida, próxima à água limpa.

Os mosquitos não nasciam na viagem, porque a água ia sendo consumida. Como os ovos do Aedes aegypti resistem a longos períodos fora da água, eles só eclodiam quando as moringas eram enchidas novamente, no porto. As larvas nascidas se desenvolviam e o inseto adulto desembarcava no Brasil. Como as condições ambientais da costa oeste da África são muito semelhantes às da costa leste brasileira, o Aedes aegypti pôde se proliferar por aqui com facilidade.

O Aedes aegypti é preto e tem listras brancas nas patas e nas costas. Todo mundo fala sobre dengue, mas pouca gente sabe que esta é uma doença causada por um vírus.

Os sintomas visíveis da dengue são: cansaço, febre alta (38,5°C ou mais), dores nos músculos e dor de cabeça. Pode aparecer vermelhidão pelo corpo. Parece uma gripe forte, mas não há tosse. Tudo causado pela picada de uma fêmea do Aedes aegypti.

O mosquito macho não pica porque não se alimenta de sangue, apenas de seiva vegetal. Já a fêmea necessita de sangue para amadurecer os ovos que vai pôr. Ao sugar o sangue de uma pessoa infectada pelo vírus da dengue, a fêmea do mosquito também se infecta e transmite o vírus para outras pessoas que picar.

Dentro do corpo humano, o vírus se desenvolve e os sintomas aparecem. Ao percebê-los, a atitude correta é ir ao médico. Em alguns casos, o doente, em vez de melhorar, começa a apresentar sangramento. Ou fica pálido, parecendo que vai desmaiar. É importantíssimo voltar ao médico imediatamente, pois pode se tratar de dengue hemorrágica, bem mais grave.

Os pesquisadores já identificaram quatro tipos de vírus da dengue. Todos provocam os mesmos sintomas e podem fazer a doença evoluir para a forma hemorrágica.

No Brasil, em 2002, chamou a atenção a ocorrência do vírus tipo 3, que se restringia a casos vindos de outros países.

Normalmente, a fêmea do Aedes aegypti só se torna transmissora da doença depois de picar uma pessoa infectada. Mas, no caso da recente epidemia, os pesquisadores perceberam que a fêmea infectada já estaria pondo ovos e que, portanto, novos mosquitos já nasceriam com o vírus, transmitindo a dengue sem precisar sugar o sangue de alguém doente.

COM O MOSQUITO NA MÃO

O que a fêmea do Aedes aegypti tem para ser o agente transmissor da dengue?

1. Trata-se de um inseto domiciliar, isto é, que está perto do homem, convivendo com ele dentro de casa;

2. É um mosquito antropófilo, isto é, que tem preferência por sugar sangue humano (há mosquitos que preferem sugar o sangue de outros animais);

3. Seu organismo é capaz de se infectar com o vírus da dengue sem sofrer danos (do contrário, o inseto morreria sem transmitir a doença);

4. Seu ciclo de vida é compatível com o do vírus (se o mosquito vivesse menos, não daria tempo para o vírus se desenvolver até estar pronto para provocar a dengue);

5. Seu criadouro está perto do homem, geralmente, dentro da própria casa.

O que nos resta a fazer para evitar a doença? Acabar com os criadouros, claro! E nisso todo mundo pode ajudar.

O Aedes aegypti bota seus ovos em água limpa e parada, que fica empoçada nos pratinhos de plantas, que se acumula dentro de garrafas, latas e pneus deixados na chuva, que sobra nas piscinas e nas caixas d'água destampadas. Podemos combater o mosquito esvaziando qualquer recipiente que possa atraí-lo.

Lembre-se que isso inclui esvaziar e lavar com uma bucha qualquer recipiente que possa servir de criadouro. Afinal, sabemos que os ovos dos mosquitos podem ficar colados nas paredes dos recipientes por até um ano!

Autor: Anthony Érico Guimarães
Jornal: O Globo


Saiba como evitar o mosquito causador da doença:

1 - Pratos de vasos de plantas ou de xaxins: escorra a água. Coloque areia até a borda do prato; 

2 - Bromélias e outras plantas que possam acumular água: evite cultivar bromélias, substituindo-as por plantas que não acumulem água. Se preferir mantê-las, é indispensável tratá-las com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando, no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas; 

3 - Lixeiras: feche bem o saco plástico e mantenha as lixeiras tampadas; 

4 - Tampinhas de garrafas, cascas de ovo, latinhas, saquinhos plásticos de cigarros, embalagens plásticas e de vidro, copos descartáveis ou qualquer outro objeto que possa acumular água: acondicione em saco plástico, feche bem e jogue no lixo; 

5 - Vasilhames para água de animais domésticos: lave-os com esponja vegetal (bucha) e sabão em água corrente, pelo menos uma vez por semana; 

6 - Vasos sanitários: conserve-os sempre fechados. Em banheiros pouco usados, dê descarga uma vez por semana; 

7 - Ralos de cozinha, de banheiro, sauna ou ducha: verifique se há entupimento. Se houver, providencie o imediato desentupimento. Se não estiverem em uso, mantenha-os fechados; 

8 - Bandejas externas de geladeiras: retire sempre a água. Lave-as com água e sabão; 

9 - Lagos, cascatas e espelhos d'água decorativos: mantenha-os sempre limpos. Aconselha-se a criação de peixes, pois se alimentam de larvas. Caso não haja disponibilidade de peixes, mantenha a água tratada com cloro; 

10 - Tonéis e depósitos de água: lave as paredes internas com esponja vegetal (bucha) e sabão. Mantenha-os tampados; 

11 - Suportes de garrafões de água mineral: lave-os bem sempre que for trocar os garrafões; 

12 - Caixas de águas, cisternas e poços: mantenha-os bem fechados; 

13 - Piscinas: Limpe-as uma vez por semana, tratando a água com cloro. Se não for usá-las, cubra-as bem. Se estiverem vazias, coloque 1 kg de sal no ponto mais raso; 

14 - Calhas: verifique regularmente se não estão entupidas. Remova folhas ou outros materiais que possam impedir o escoamento da água; 

15 - Lajes: retire a água acumulada; 

16 - Cacos de vidro nos muros: coloque areia em todos aqueles que possam acumular água; 

17 - Pneus velhos: entregue-os aos serviços de limpeza urbana. Caso realmente precise mantê-los, guarde-os em local coberto; 

18 - Garrafas: elimine as garrafas que não for usar. 

19 - Baldes e vasos de plantas vazios: guarde-os de boca para baixo; 

20 - Entulho e lixo: não os acumule. Mantenha o terreno sempre limpo; 

21 - Materiais em uso que possam acumular água: mantenha-os secos e em local coberto; e 

22 - Canteiros de obra: vede totalmente as caixas d'água e cisternas. Esvazie e lave uma vez por semana os tambores que contenham água da construção. Coloque 1 Kg de sal nas caixas com água para assentamento de azulejos. Seque o poço do elevador e lajes uma vez por semana. Amasse, fure ou remova da construção latas e latões. 

Lembre-se que 90% dos focos de ovos do mosquito da dengue não estão na rua, ou seja, podem estar em residências e ambientes de trabalho. 

Contra a dengue, o melhor remédio é a atitude individual. O problema é de todos e a solução também.

Enviado por Oscar

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