Logomarca Velhos Amigos
INFORMAÇÃO / DATAS ESPECIAIS

DIA DO EX-COMBATENTE
publicado em: 26/11/2015 por: Netty Macedo

 

Brasileiros não reconhecem participação dos pracinhas na Segunda Guerra

O Brasil não soube reconhecer o sofrimento suportado pelos pracinhas durante a Segunda Guerra Mundial, tampouco o empenho por eles empreendido nas batalhas. O país também não deu voz para que os veteranos pudessem contar suas experiências.

A avaliação é do historiador Cesar Campiani Maximiano, que passou seis anos realizando entrevistas e coletando material sobre a experiência de guerra dos soldados brasileiros, que sobreviveram aos combates na Europa, entre 1944 e 1945.

Munidos de fuzis e do idealismo típico da juventude, cerca de 25 mil brasileiros embarcaram para as frentes de combate italianas e arriscaram suas vidas para derrubar os regimes nazi-facistas europeus. "Eles acreditavam que, lutando contra Hitler e Mussolini, dariam sua contribuição para a construção de um mundo melhor", explica Cesar, que defendeu tese de doutorado na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFLCH) da USP.

Segundo o historiador, o reconhecimento reclamado pelos veteranos não são superproduções cinematográficas sobre a guerra nem grandes paradas militares - típicas dos norte-americanos. Cesar diz que os pracinhas gostariam apenas que a Força Expedicionária Brasileira (FEB) - nome que se deu à divisão de infantaria do Exército brasileiro enviada à Itália sob comando de Washington - fosse mais lembrada pela população e também melhor estudada nas escolas.

O esquecimento, continua Cesar, ocorre principalmente porque os ex-combatentes da FEB não tiveram a oportunidade de relatar suas experiências de guerra. "Os veteranos não tiveram voz, provavelmente porque eram pessoas simples, em sua maioria trabalhadores e operários sem muito estudo, cuja opinião não costuma ser ouvida pela sociedade brasileira", explica Cesar.

Lado humano da guerra
Um dos principais motivos que levaram Cesar a estudar o tema foi a pouca informação que se tem sobre a experiência e a vivência dos soldados brasileiros nas frentes italianas. Para ele, a história produzida sobre a participação do Brasil na guerra peca por ser desequilibrada - ou possui um caráter laudatório ou depreciativo.

Escutar o que os veteranos têm a dizer, segundo Cesar, foi um dos pontos mais complicados da pesquisa devido à dificuldade de comunicação que se impõe sobre pessoas que passaram por experiências completamente distintas. "É extremamente difícil para uma pessoa, que sempre viveu em situações de paz, entender o que um soldado sente durante a guerra."

Além disso, os veteranos costumam ser pessoas fechadas, que carregam consigo grande carga de recordações traumáticas. Dentre elas, o historiador enumera transtornos psicológicos chamados "neuroses de guerra" - que levaram muitos a cometerem suicídio após retornarem da Europa. A proximidade e a convivência com a morte também é uma das recordações mais lembradas pelos pracinhas.

"Eles matavam e viam gente morrendo o tempo todo. Muitas vezes também tinham que se alimentar e dormir ao lado de cadáveres. Essa situação brutalizava os soldados, tornando ainda mais complexa sua readaptação à sociedade", explica Cesar.

Autor: Tadeu Breda

 

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Lou, esta mensagem faz parte de meu pré-livro "Caminho Fácil a História do Brasil" e é direcionada aos leigos, aos nossos compatriotas e às futuras gerações, para que todos tomem conhecimento da bravura dos "PRACINHAS" na II Guerra Mundial.
132= SEGUNDA GUERRA MUNDIAL (01/09/1939 = 07/10/1945) Participação do Brasil (02/07/1944 = 20/06/1945)
Ministro da Guerra: General Eurico Gaspar Dutra

Após os alemães torpedearem alguns de nossos navios mercantes,
O Brasil resolve entrar na Segunda Guerra Mundial.
Mais de vinte e cinco mil homens foram enviados à Europa;
Na Itália, a tomada de Monte Castelo firmou-se marcante,
Nossos soldados enfrentaram o inimigo e até enorme frio,
Os "Pracinhas" da FEB, apoiados pela FAB, honraram o Brasil!
133= FAB = Força Aérea Brasileira
FEB = Força Expedicionária Brasileira
1º DIE = Primeira Infantaria Expedicionária
Comandante do DIE = General Mascarenhas de Moraes
1º GpAvCa = 1º Grupo de Aviação de Caça (SENTA A PUA)
1º ELO = Esquadrilha e Ligação e Observação

Com a FEB o Brasil entrou na II Guerra Mundial,
Após receber treinamento seguiu rumo à Itália,
Lá, além do inimigo, os soldados suportaram o frio glacial;
Já nos primeiros confrontos, a FEB saiu-se a contento...

Nas ofensivas contra alemães, os brasileiros são presentes,
Para a conquista de Monte Castelo usou de sua força e raça.
Destemidos, os "pracinhas" passam o fogo pesado e vão à frente,
Aí, tudo melhorou com a participação de nossos aviões de caça...
Divisões alemãs e italianas depuseram as armas e se renderam,
Ao conquistar o Monte Castelo, a FEB, enalteceu nossa gente!

Por terra e pelo ar, a FEB e a FAB, ajudaram aos Aliados...
Com o final da guerra, nossos heróis soldados voltam ao lar,
No Brasil, os Pracinhas da FEB tiveram uma recepção salutar!

*(O fato deveria ao Brasil e ao mundo ser bem melhor divulgado)

Autor: Manuel de Almeida (Manal)
* Copyright

 

CLIQUE AQUI PARA ENVIAR SUA OPINIÃO SOBRE ESTA MATÉRIA

 

 

 

 

 


VOLTAR
AO TOPO DA
PÁGINA