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Ó BENDITO O QUE SEMEIA!
publicado em: 24/11/2015 por: Netty Macedo

O Dia Nacional da Poesia foi instituido em homenagem a Castro Alves, que nasceu aos 14 de março de 1847

Ó BENDITO O QUE SEMEIA!

Cateretê

Homenagem a Castro Alves o poeta abolicionista

*Muritiba BA – 14/03/1847
+Salvador BA – 06/07/1871

Símbolo da justiça e da luta pela liberdade, seu espírito estava sempre conflitado, em busca de soluções para causas tão difíceis que ele abraçava e eram o seu ideal de vida. Morreu jovem, mas deixou para o mundo uma das mensagens mais fortes de igualdade, uma lição de amor aos semelhantes.
Toda a força desse notável escritor, se poderá Sentir nas entrelinhas da música com que a autora o homenageia. Declamado por John Lennon, aluno de origem extremamente humilde, egresso de uma escola onde sua indisciplina gerou o pedido para o seu afastamento; ingressou então na EMEF Padre Antônio Vieira e iniciou tímidamente sua caminhada na Academia Estudantil de Letras, e hoje, vencidos muitos dos grandes desafios que teve pela frente, fez de sua jornada um grande motivo para se tornar um poeta. Em breve fará o lançamento do seu primeiro livro.

"Deixem soar os tambores
Soem, soem os tambores
Que se ouçam ao longe...
Soem com um clamor
Soem como o grito dos escravos,
O seu grito de liberdade!
Soltem os nossos grilhões
Soem, soem os tambores
Não os deixem parar!"

Quem é esse jovenzinho
Que encanta ao declamar?
Quem é?
Quem é esse jovenzinho
Que encanta ao declamar?
Quem é?

No pequeno coração
Grande talento nascia.
Ideais acalentados
Que cresciam dia a dia.
Encontrou inspiração,
Nos livros e na poesia,
Exaltação ao amor,
Lirismo, encanto e magia!

“Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia...
Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia!
Ó bendito o que semeia!

Nos seus versos expressivos e vigorosos
Com lirismo ardente ele cantou o amor
|Ele amou... ele amou demais, amou de verdade
|Mas o seu maior amor foi a liberdade! (bis)

Castro Alves
O poeta das causas heróicas,
Que soem os tambores
Castro Alves
O poeta abolicionista
Festejando a liberdade!
Castro Alves
O cantor da liberdade
Escravos não mais cativos
Castro Alves
Ele clamou por justiça!
Livres, livres de verdade!
“Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia...
Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia!
Ó bendito o que semeia! (bis 4 x)

"Que soem os tambores
Festejando a liberdade!
Escravos não mais cativos
Livres, livres de verdade!
Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar:
Um livro caindo n'alma
É germe que faz a palma
É chuva que faz o mar!"

Autor(a): Mírian Warttusch

 

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