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INFORMAÇÃO / DATAS ESPECIAIS

OUTUBRO ROSA
publicado em: 23/09/2016 por: Lou Micaldas

H I S T Ó R I A

Como surgiu: O movimento popular internacionalmente conhecido como "Outubro Rosa" é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa.

Todas as ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org). A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

A primeira iniciativa vista no Brasil em relação ao Outubro Rosa, foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP. No dia 02 de outubro de 2002 quando foi comemorado os 70 Anos do Encerramento da Revolução, o monumento ficou iluminado de rosa "num período efêmero" como relembra o secretário da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC, o Coronel PM (reformado) Mário Fonseca Ventura. Essa iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama, que com o apoio de uma conceituada empresa européia de cosméticos iluminaram de rosa o Obelisco do Ibirapuera em alusão ao Outubro Rosa.

Em maio de 2008, o Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama sediado em Santos-SP, em preparação para o Outubro Rosa, iluminou de rosa a Fortaleza da Barra em homenagem ao Dia das Mães e pelo Dia Estadual (São Paulo) de Prevenção ao Câncer de Mama comemorado todo terceiro domingo do mês de maio. Mas o principal objetivo era alertar para a causa do câncer de mama e incentivar as mulheres da região da Baixada Santista a participarem do mutirão de mamografias realizado pelo Governo do Estado de São Paulo.

No estado de São Paulo todo ano são realizados 2 (dois) mutirões de mamografia sendo, um em maio e o outro em novembro. As várias reportagens de tv e jornal, com a repercussão da Fortaleza da Barra iluminada de rosa em maio de 2008, foram apresentadas no mesmo mês no "Course for the Cure" realizado pela ong americana Susan G. Komen, no Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo-SP.

O B J E T I V O

Cada ano vem aumentando a adesão ao movimento mundial "Outubro Rosa", que visa chamar atenção, diretamente, para a realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce. Aqui estão reunidas desde as primeiras iniciativas, até as que atualmente manifestam-se no mundo. O importante é, na realidade, focar este sério assunto nos 12 meses do ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro. No entanto, este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais. Ninguém é dono desta iniciativa.

Fonte: www.outubrorosa.org.br

P R E V I N A - SE
Autoexame

A prevenção é a melhor maneira de lidar contra o câncer de mama, a doença que mais mata mulheres no Brasil, com 50 mil casos e 10 mil óbitos anualmente, segundo o Ministério da Saúde. E ela atinge também os homens (um caso masculino a cada 150 femininos), que precisam ter os mesmos cuidados preventivos. Por isso, é importante ficar atento a algumas dicas dos especialistas.

•Realize o autoexame uma vez por mês. Vá até o espelho, erga seus braços, apalpe os seios e as axilas. Se encontrar algum “caroço”, procure seu médico. O hábito pode ser adotado a partir dos 20 anos, e é capaz de detectar tumores com mais de 1,5 centímetro. Mas “a mulher precisa ser muito bem orientada para fazer isso”, afirma o médico José Roberto Filassi, chefe do Departamento de Mastologia da USP e do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Portanto, consultas regulares a um especialista são importantes: ele fará um exame mais detalhado e dará orientações.

•Previna-se com a mamografia — uma radiografia detalhada, mais eficaz para mulheres com idade superior a 40 ou 50 anos. Alguns médicos defendem que ela seja feita anualmente; outros, de dois em dois anos. O exame identifica nódulos milimétricos, não detectáveis no autoexame.

•Se tiver histórico da doença na família, opte primeiro por uma ultrassonografia antes da mamografia propriamente dita — pois o índice de radiação nesse exame é ínfimo — ou por uma ressonância magnética, método de diagnóstico por imagem que não utiliza radiação e produz imagens de alta definição das mamas.

•Começou a menstruar antes dos 12 anos e passou por menopausa depois dos 55? Fique alerta. Quanto maior o período menstrual, maior a exposição ao estrógeno (hormônio feminino), o que eleva o número de células mamárias e, consequentemente, o risco de tumores.

•Não ter filhos ou tê-los depois dos 30 anos é outro fator de risco: é durante a gravidez que o desenvolvimento da mama se completa. Quando a gravidez é tardia, a mama fica mais suscetível a sofrer alterações celulares.

•A ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada, é considerada fator de risco para o câncer de mama, assim como a exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos. Encontradas nos raios-X, elas possuem energia suficiente para "quebrar" átomos e moléculas. Se esses tipos de exames forem feitos em excesso, podem afetar o material genético das células e até causar anomalias das células, provocando câncer, por exemplo.

Quando fazer a mamografia?

Um estudo divulgado recentemente pelo órgão que assessora o governo dos Estados Unidos em assuntos de saúde preventiva abriu uma polêmica sobre a idade mais adequada para fazer mamografia. Afinal, o ideal é submeter-se ao exame a partir dos 50 anos, como defende a Força Tarefa dos EUA para Serviços Preventivos — e também o Ministério da Saúde brasileiro —, ou a partir dos 40, como recomendam vários médicos e a Sociedade Brasileira de Mastologia?

A controvérsia se estende à frequência com que a prática deve ser realizada: a cada dois anos, segundo a entidade norte-americana, ou anualmente, de acordo com a SBM? O primeiro grupo argumenta que antes dos 50 as mamas são mais densas, o que torna os exames menos precisos. Na prática, isso significa que podem aparecer, nesses check-ups, grânulos de tamanhos diferentes, que são comuns em mulheres até essa idade. Dependendo da consistência e do tamanho, eles geram, às vezes, diagnósticos errados. É o que os médicos chamam de “falso positivo”. Nesses casos, apenas as biópsias, que são intervenções cirúrgicas, revelam o resultado com precisão — e, como toda cirurgia, ocasionam custos ao sistema de saúde e desgaste emocional ao paciente.

A Sociedade Brasileira de Mastologia, no entanto, sustenta que as brasileiras não fazem exames rotineiros como deveriam e, portanto, existe uma alta incidência de tumores em estágio avançado no país. “O diagnóstico frequentemente é tardio”, afirma o médico José Roberto Filassi, membro da SBM e chefe do Departamento de Mastologia da USP e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Por isso, assim como a entidade brasileira, o especialista indica mamografias anuais a partir dos 40 anos, para identificar eventuais tumores de rápido crescimento. Há ainda alguns médicos que defendem ultrassonografias mamárias ou ressonância magnética a cada ano, principalmente para quem tem familiares que já detectaram câncer de mama. A vantagem desses exames é que apresentam baixos índices de radiação. Somente se o exame for impreciso no diagnóstico o paciente é encaminhado para a mamografia. Mas, afinal, com tanta polêmica, o que exatamente uma mulher deve fazer? Pode seguir a sugestão da própria vice-presidente da Força Tarefa dos EUA para Serviços Preventivos, Diana Petitti. “Fale com o seu médico e tome uma decisão baseada no seu histórico familiar e nas suas condições gerais de saúde”.

A empresária Telma Saldanha, de 40 anos, é um exemplo de como a prevenção pode ser benéfica. Seguiu o conselho do seu especialista e fez os exames. Em 2004, ou seja, aos 35 anos, soube que tinha câncer na mama direita, após uma ultrassonografia. Quatro anos depois, novos exames apontaram o mesmo problema, mas no lado esquerdo. “Se não fossem os diagnósticos precoces, eu poderia não estar mais aqui para contar esta história”, afirma.

Saiba mais em: www.portalvital.com/especiais/outubro-rosa

Fonte: Pesquisa em diversos Sites

 

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