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TEXTOS, POEMAS E POESIAS NATALINAS
publicado em: 13/12/2016 por: Lou Micaldas

⇒É NATAL...

⇒O NATAL é:

⇒A HISTÓRIA DO MEU MAIS BELO NATAL

⇒FELIZ NATAL...

⇒DEZEMBRO EM NATAL

⇒O DIA DE NATAL

⇒NATAL

⇒PROCURA-SE UM PAPAI NOEL

⇒DEVANEIOS NATALINOS

É NATAL...

É Natal!

Para uns, alegria, para outros; tristeza, melancolia...
Alegria: por estar comemorando um abençoado dia com 
o coração e a alma em estado de graça, feliz.
Tristeza: por sentir saudades de pessoas que sabemos 
não poder estar fisicamente, mas sim, espiritualmente.
É Natal !!!
Mais um ano que se comemora o nascimento do menino Jesus.
É Natal !!!
Mais um motivo para juntarmos familiares e vivermos os momentos de 
êxtase e felicidades ao lado de irmãos, pais, primos, avós, filhos, netos...
É o momento de agradecermos ao aniversariante esse mágico instante.
É Natal !!!
É luz, estrelas a brilhar, é amor...
Quando percebemos os olhares brilhantes das crianças entregando 
ou recebendo os seus presentes, a beleza e o encanto que transmitem, 
magnetizam e encantam na inocência dos seus gestos.
Saudades... Saudades de um Natal mais completo, mais vivo, colorido, intenso.
É Natal !!!
Que a estrela guia nos oriente e nos conduza ao portal da Felicidade, 
do Amor fraternal puro e belo.
É Natal !!!

Autora: Yna Beta 

O NATAL é:

lembrança do passado,
a ternura do presente
     e o desejo de um futuro melhor.
Que no NOVO ANO que se avizinha
possamos fazer de JESUS
o nosso mais amoroso amigo.
Autora: Zilmar Pires Mota
BOAS FESTAS – 2016!
PRÓSPERO ANO NOVO - 2017!

A HISTÓRIA DO MEU MAIS BELO NATAL

Cara Lou
Lendo os belos textos natalinos, comecei a refletir sobre a minha grande luta para preservar, junto a minha família, o sentido do verdadeiro Natal: o nascimento de Jesus, a Sua importância para a humanidade, Seus ensinamentos e infinita sabedoria. Começo a avaliar que esses valores, nos dias de hoje, algumas vezes parecem tão distantes. É necessário, mais do que antes, que cuidemos de preservar o verdadeiro sentido da família, da solidariedade, do amor verdadeiro, da fé e da alegria. Mas hoje, quero contar sobre o MEU NATAL INESQUECÍVEL.
Eu tinha por volta de 5 anos. Morava no interior, numa chácara pertinho de uma cidadezinha minúscula. Devia ser o ano de 1957. Nunca tinha ido à cidade. Na minha casa era meu pai, minha mãe e 9 filhos. Minha irmã mais velha estava noiva. Éramos muito pobres, tão pobres que algumas vezes dormíamos com fome por não haver comida pro jantar.
Bom. Um belo dia, à tardinha, minha mãe, meu pai, minha irmã mais velha e o seu noivo estavam num alvoroço só. Sorridentes, colocaram umas roupas engomadinhas e bonitas. Iam para a cidade, pra "missa do galo".  Eu, a mais nova dos irmãos, ficava quietinha num canto, só observando e tentando entender o que era uma missa, e muito mais, queria saber porque a missa do galo tinha que ser na cidade pra que eu não pudesse ver o que era. A missa do galo deveria ser ali mesmo, no terreiro da nossa casa, pertinho do chiqueiro onde estava o nosso grande e belo galo vermelho, tomando conta de um batalhão de galinhas.
Fiquei muito mais intrigada quando todos saíram sorridentes, de roupa nova e cheirando a sabonete. Não entendi nada, esqueceram o coitado do galo.  Perguntei a minha irmã porque não tinham levado o galo. Ela sorriu e foi contar a piada para os outros, todos riram de mim. Porque haveria de alguém levar o galo pra cidade, pra festa da "Noite de Natal".  Entendi menos ainda, mas gostei do nome: Noite de Natal.
Já deitada ao lado de outra irmã, perguntei a ela o que era Noite de Natal. Ela disse que era uma noite em que as pessoas faziam festa, tinha uma missa muito bonita na igreja e lá também tinha um presépio, onde as pessoas iam olhar o Menino Deus.
Minha cabeça rodou, era muita coisa, a igreja, o presépio, a festa, o Menino Deus. Não entendia nada, muito menos quando eu pensava no coitado do galo, que não entrava em nenhum momento da história.
Prometi a mim mesma que um dia iria descobrir toda essa história mal contada.
Fui dormir com minhas dúvidas.  Mais tarde o pessoal chegou, conversando baixinho, comentando coisas que eu não entendia e falando em pessoas que eu não conhecia.
Dia seguinte, cedinho, o noivo da minha irmã começou a acordar a meninada. Levanta! Levanta! Hoje é dia de Natal, ninguém pode dormir até tarde.
Fomos todos pra cozinha em busca de alguma novidade, (se é que ali acontecia algo de novo), mas dessa vez aconteceu: o meu futuro cunhado, abriu um pacote feito em papel de embrulho (esse papel bem grosseiro), e dele começou a tirar umas bolinhas embrulhadas em papel colorido (era verde e vermelho). Foi a primeira vez que eu vi um papel colorido na minha vida.  Entregou 2 bolinhas daquelas para cada um de nós. Eu segurei as minhas, olhei aquele embrulhozinho encantada, fechei a mão com força, aquilo era meu. Os meus irmãos tinham saído correndo e falando, eu fiquei sentada no cantinho da parede, segurando o meu precioso presente. Foi quando ele pegou uma daquelas bolinhas, tirou o papel e disse para eu colocar na boca e deixar que ela fosse derretendo. Era uma bolinha cor de caramelo (na época não existia colorante, aromatizante, etc.).  Eu coloquei na boca e fui saboreando aquele doce gostoso, que ia desmanchando na minha língua. Fiquei encantada.
Nesse momento, meu pai parou na minha frente com um copo na mão e uma garrafinha pequena: era de vidro verde com um rótulo em vermelho, verde e preto.  Começou a derramar no copo aquele líquido dourado, cheiroso e me deu para experimentar. Foram só dois goles (era só uma garrafinha para todos os filhos). Aquele líquido tinha um sabor que nunca mais vou esquecer(,):  tinha umas bolhazinhas que pularam no meu nariz e desceram pela minha garganta, fazendo cócegas (era apenas uma garrafa de guaraná champanhe). Foi um momento de felicidade completa.  Mas, continuou a dúvida sobre aquela história do galo, do presépio, da igreja, da missa e do Menino Deus.
À noitinha, cheguei na cozinha onde minha mãe cuidava dos seus afazeres.  Puxei a sua saia com carinho e perguntei o que era a missa do galo.  Ela segurou a minha mão, me levou pro terreiro, chamou todos e começou a contar a história da "Noite de Natal". Mostrou-nos uma estrela brilhante no céu e disse que era aquela estrela que anunciou o "nascimento do Menino Deus". Aconcheguei-me nos braços dela e, ouvindo a história, adormeci.
O tempo passou, a vida me levou por caminhos que jamais imaginei. Tive incontáveis momentos de felicidade, prazer, ternura, festas, amores, etc.  Já são muitos natais, muitos presentes, muitas surpresas... Mas, nenhum presente foi capaz de me proporcionar a alegria de descobrir o sabor daquela primeira bala, daquele primeiro gole de refrigerante.  Destes eu ainda guardo o sabor.  Nada foi capaz de me fazer esquecer aquele Natal. A felicidade completa, a ternura, o carinho, a beleza, a descoberta.
Contei a história da Noite de Natal para as minhas filhas, para que cada uma tenha a sua própria história do Natal.
Até hoje, nos momentos de solidão, de saudade ou de alegria, da janela do meu apartamento, procuro no céu a estrela D’Alva.  Como se ela fora o presente que sempre estará presente em todos os dias, em todos os Natais da minha vida.

Autora: Narciza Rodrigues
Cidade do Natal/RN

FELIZ NATAL...

O brilho intenso de seus olhares denuncia a ansiedade
Dos momentos que ainda restam para que todos possam ser
Chamados para receberem e darem suas lembrancinhas,
os abraços calorosos, os beijos afetuosos.
Afinal, é o dia mais esperado do ano, depois da data do
aniversário, mas é aniversário também, lembram?
E que festa! E que aniversariante poderoso!
De uma alegria contagiante com muita beleza, luz, paz !!!
Confraternização e fartura.
A família toda ali: Felizes e risonhas.
Nesse aniversário, não pode haver tristeza, choro...
Apesar de muitos corações estarem transbordantes de saudades.
Saudades sim, a turma está incompleta, hã...Mas está presente, sinta...
Veja... Preste atenção nas conversas, nos risos, nas piadas...
Nas lembranças, fotos, brincadeiras...
Veja aquela foto, lembrou? Que lugar lindo.!
Que tempo adorável!
E a saudades dói... Dói  fundo... Machuca o peito.
As lágrimas afloram, como uma fonte recebendo uma chuva torrencial,
que vai lavando pouco a pouco a tristeza do momento.
Desperto e disfarço, estendendo as mãos que me procuram
aos gritos de: Vem vovó... Vem!!!
Feliz Natal!!!

Autora: Yna Beta

DEZEMBRO EM NATAL

Minha Mensagem de Natal.
Chegou o mês de Dezembro.
Trazendo com ele o NATAL.
Aqui na nossa CIDADE DE NATAL.
Dezembro deveria ser um mês especial.
Mas no nosso mundo capitalista atual.
Em especial na nossa CIDADE DE NATAL.
Quando chega o mês de Dezembro.
Papais-Noéis aparecem nas vitrines das Lojas.
Enganando e encantam as crianças.
Fazendo os pais gastarem com presentes.
Mas, principalmente é o mês do CARNATAL.
A festa que todos querem comemorar.
Com abadás, pouca roupa, muito sexo.
Luxo, bebidas, drogas e prazeres.
Apesar de nossa cidade ter o nome de NATAL.
Poucos sabem que NATAL significa.
Uma data especial para a humanidade.
Lá bem distante em BELÉM DE JUDÁ.
No primeiro ano de nossa era.
Há dois mil e catorze anos.
Nasceu JESUS, nosso DEUS MENINO.
E com ele veio a ERA CRISTÃ.
Dividindo o calendário em Antes e Depois DELE
JESUS, o FILHO DE DEUS, que mudou o mundo.
Com a BOA NOVA dos seus ensinamentos.
Especialmente aqui na CIDADE DE NATAL.
O NATAL deve ser um período de reflexão.
Época de muito amor e esperança.
Renascida na fé, caridade e doação.
Não importa qual a sua religião.
Juntos, de mãos dadas, devemos orar.
Lembrando e homenageando.
O ANIVERSARIANTE DO MÊS.
JESUS, o nosso DEUS MENINO.
Que se fez homem para nos salvar.
Vamos transformar nossa CIDADE DE NATAL.
Na cidade que vive o NATAL DE DEUS.
Divulgando as palavras de JESUS.
Vivendo o seu Evangelho.
Festejando com muitas luzes, anjos.
 E corais com músicas natalinas. 
Em todas as lojas, praças e casas de NATAL.
Se arme um Presépio para nos lembrar.
O verdadeiro sentido do NATAL.
Vamos ajudar todas as crianças carentes.
De famílias pobres e as que vivem em orfanatos.
Que não vão ter uma ceia neste NATAL.
Vamos levar o nosso abraço.
Uma palavra de conforto, um brinquedo.
Dando para todas elas uma ceia digna.
Vamos nos doar fazendo caridade.
Transformando o NATAL destas crianças
Num dia feliz, muito especial.
Vamos cumprir as PALAVRAS DE JESUS.
“DEIXAI VIR A MIM AS CRIANCINHAS”.
Assim mudaremos a nossa cidade.
Espalhando por toda a nossa Cidade
 O verdadeiro SENTIDO DO NATAL.
É lembrando o “JESUS MENINO”.
Que desejo para todos os amigos.
Colegas de trabalho, familiares e todos os leitores.
Um “FELIZ E VERDADEIRO NATAL DE CRISTO”.
E um “ANO NOVO CHEIO DE REALIZAÇÕES E AMOR”.
São os votos sinceros do POETA MARIBONDO.
Em Natal/RN, dezembro de dois mil e catorze.
Autor: Poeta Cypriano Maribondo

O DIA DE NATAL

Luzes no céu da grande árvore de Natal.
Olhos brilham alegres com tanta beleza.
Jesus nasceu numa simples manjedoura.
E Maria embalou seu menino com amor.
E José agradeceu a Deus por ser tão feliz.
Viva o Dia 25 de Dezembro de todos anos.

Autor: Paulo Kwamme

NATAL
O Natal está chegando,
Enfeitando a cidade de luz,
Estamos todos esperando
O nascimento de Jesus!
A criançada inocente
Espera um presente.
Papai Noel, seja bonzinho,
Não esqueça do pobrezinho.
Também faço o meu pedido
E quero vê-lo atendido:
Atente ao que estou lhe pedindo,
Papai Noel, quero de presente
Ver todo adulto contente
E toda criança sorrindo!...
Autora: Hilda Persiani

PROCURA-SE UM PAPAI NOEL

Procura-se um Papai Noel bem brasileiro,
Com total verde-amarelo em seu visual;
Nada de indumentária vinda do estrangeiro,
Dando mostras de sua origem tropical.
Procura-se um Papai Noel de tez morena,
Trazendo às crianças o sabor da surpresa,
Magia que o comércio retirou de cena
Na ânsia de vender, de acumular riqueza.
 
Procura-se um Papai Noel que abrace forte,
Um abraço bem ao modo tupiniquim...
Um gesto sem a frieza do Polo Norte,
Bem ao estilo dos que meu pai dava em mim.
Procura-se um Papai Noel, sorriso aberto,
Que a criança possa tocar, ver e curtir.
E que seu presente só seja descoberto
No exato momento em que o "Velhinho" partir.
Procura-se um Papai Noel de nossa gente.
Viajante de trenó e renas, jamais!
Nós almejamos alguém que esteja presente.
Muito nosso, sim!... Dos Pampas aos Seringais.
Autor: Ógui Lourenço Mauri

DEVANEIOS NATALINOS

Durante a madrugada sou despertado por uma luz intensa que invadiu o quarto em que dormia. O relógio digital sobre a mesinha de cabeceira marcava 2:34h.

Assusto-me ao ver um homem, estranhamente vestido, envolto em um manto, sentado à beira da minha cama e um menino de uns quatorze anos, em pé atrás dele. Sinto que aquela figura me é familiar, muito embora, nunca tenha sido bom fisionomista. Faço menção de sentar-me mas não consigo e, ao mesmo tempo, quero indagar, quem é você? O que o senhor faz aqui no meu quarto? Mas minha voz não sai.
Para surpresa minha, a pessoa responde-me, sem pronunciar uma única palavra:

- Nada temas. Vim em paz, para visitar-te. Chamo-me Jesus, sou teu irmão, portanto, não me trates por senhor.

Atônito, paralisado, ouço ao lado minha esposa ressonando, alheia ao que estava se passando.
- Jesus... Cristo? E quem é este menino atrás do senh.. de você?

- Este é o teu protetor. Acompanha-te desde que nascestes e costumas chamá-lo de anjo da guarda, em tuas orações.

- Mas ele não tem asas! Ambos sorriem e continuamos falando-nos, sem palavras proferidas, apenas em pensamentos transmitidos.

- Já que não voas, para acompanhar-te ele não necessita de asas!

- A que devo sua sublime visita, se és realmente quem dizes ser?

- Como já expliquei, vim visitar-te. Aproveito para pedir que intensifiques as ajudas que prestas ao próximo.

Sei que podes fazer mais do que tens feito. Quando fores chamado pelo Nosso Pai é preciso que carregues em tua bagagem apenas coisas leves, importantes e essenciais que  facilitem tua subida até Ele. Enche-a de amor, benevolência, perdão, caridade, carinho, solidariedade, humildade, bondade, auxilia teus irmãos mais carentes e necessitados. Não leves contigo rancor, ambição, ódio, vingança, revolta, egoísmo, desprezo, ingratidão, orgulho, indiferença. Livra-te de todos esses sentimentos pesados, negativos e pecaminosos, que só servirão para dificultar tua última viagem em ascensão a Deus Nosso Pai.

- Prometo, doravante, proceder como você diz e quero aproveitar para dar-lhe parabéns pelo seu aniversário que será comemorado, agora neste dia 25 de dezembro.

- Que ele seja por ti comemorado mas dividindo tuas alegrias com os nossos irmãos enfermos e carentes. Agora terei que ir para fazer outras visitas. Contigo permanecerá teu Anjo da Guarda, como costumas chamar.

A escuridão voltou ao quarto e eu corri para trancar-me no banheiro e chorar profusamente. Foi um pranto silencioso abafado pela emoção e afogado em lágrimas que adoçaram minha boca ao por ela passarem. Para não fazer barulho, algum tempo depois, recomposto, voltei descalço para a cama, deixando meus chinelos no banheiro. Virando a cabeça no travesseiro, vi que o relógio digital mostrava-me as mesmas 2:34h que tinha visto, quando da aparição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Então, entendi que nada daquilo havia acontecido, a prova evidente era a hora indicada no relógio. Virei-me para o lado e consegui conciliar meu sono, embalado pelo lindo sonho que acabara de ter e que havia me despertado, mas que nem da cama havia eu me levantado. Só que um arrepio percorreu meu corpo, ao acordar no raiar do dia: MEUS CHINELOS ESTAVAM NO BANHEIRO! Prostrei-me de joelhos em fervorosa oração!

Autor: Conto de Ary Franco\

 

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