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INFORMAÇÃO / DICAS DE BELEZA

ÓLEO DE AMÊNDOAS HIDRATA A PELE E RECUPERA O CABELO
publicado em: 07/11/2016 por: Lou Micaldas

Descubra por que ele continua um clássico, mesmo com tantas novidades em cosméticos
Seu perfume atravessa gerações, por mais que as novidades cosméticas não parem de chegar às prateleiras. Conhecido por fazer parte do enxoval das gestantes, o óleo de amêndoas tem alto poder de hidratação e ajuda a prevenir a formação de estrias quando a pele se distende demais. "Ele evita a perda de água na pele e todos os problemas relacionados a isso", afirma a dermatologista Cristiane Dal Magro, da Universidade Federal de Brasília. O cabelo também sai ganhando com essa solução simples e barata, como explicam os especialistas nas dicas que você lê a seguir.
 
Hidrata e previne estrias
 
Assim como outros óleos vegetais, o de amêndoas deixa a pele mais protegida contra a perda de água. Resultado: ela fica mais macia e hidratada, além de sofrer menos com as agressões externas (vento, frio e baixa umidade do ar ambiente).
 
A eficiência do óleo de amêndoas na prevenção de estrias e rugas explica-se graças à melhora na elasticidade da pele. "Mas não ache que o óleo acaba com estrias já formadas, essas cicatrizes só desaparecem com aplicação de laser", afirma a dermatologista. 
 
Poder anti-inflamatório
 
Além de deixar a pele mais macia, o óleo de amêndoas tem propriedades que desinflamam e acalmam irritações cutâneas. "Isso acontece devido à presença do zinco, mineral que atua no organismo diminuindo o processo inflamatório agudo", afirma o esteticista ortomolecular e cosmetologista Edjasto Brito, do Instituto Isa Prudome. A dermatologista de Brasília acrescenta que o óleo possui antioxidantes e vitamina E, úteis em processos de desinflamação.
 
Cabelo com menos volume
 
Os efeitos que o óleo proporciona a nossa pele também podem ser percebidos nos cabelos. "Há recuperação dos fios danificados e diminuição do volume", diz Edjasto. Mas o ideal, nesse caso, é buscar xampus e condicionadores que contenham óleo de amêndoas na fórmula. "O óleo se deposita no cabelo, que fica muito pesado e com aparência suja", afirma a dermatologista. Se for aplicar o óleo puro nos fios, deixe agir por cinco minutos e lave o cabelo como de costume.
 
Fim da descamação
 
O óleo de amêndoas tem efeito emoliente (ajuda a pele a recuperar sua oleosidade natural), por isso é uma boa opção quando o clima está muito seco ou após o sol. Mas, no caso de quem tem a pele seca como característica, o ideal é combinar o uso do óleo a hidratantes especiais. "O óleo favorece a absorção dos hidratantes, que penetram mais fundo na pele e agem mais rápido", afirma dermatologista.
 
Cuidados na hora da aplicação
 
O melhor momento para aplicação do óleo de amêndoas é após o banho. Os poros estão mais abertos e o produto consegue penetrar bem na pele. Prefira fazer isso durante a noite, quando o corpo está menos exposto a partículas de poeira e poluentes, que podem acumular na pele.
 
No caso de ressecamento intenso e para prevenção de estrias, aplique o óleo puro e faça uma massagem delicada durante dois minutos ou até que ele se espalhe de modo uniforme. Se achar incômoda a sensação oleosa, pode aplicar o produto antes do banho e retira-lo em seguida ? os ativos já terão penetrado. Prefira usar sabonetes com ativos hidratantes ou de pH neutro e evite a água quente, que resseca ainda mais a pele.
 
Uso diário
 
Nenhuma contraindicação impede que você aplique o óleo de amêndoas todos os dias na pele e no cabelo. "As regiões do corpo que são mais ressecadas, como os cotovelos, merecem uso diário", afirma a dermatologista. Evite usar óleo de amêndoas no rosto caso você tenha pele mista ou oleosa - o cuidado é para prevenir a formação de acne.
 
Óleo para problemas intestinais
 
O óleo de amêndoas, em formulação específica para consumo oral, pode ser usado contra o intestino preguiçoso, porque tem ação laxativa. "O ideal é procurar um médico e decidir junto a ele a dosagem certa. Vale lembrar que a versão disponível para uso na pele pode conter resíduos tóxicos de solvente (usado para extrair o óleo da semente) e não pode ser ingerido", afirma a dermatologista.

Autor(a): Carolina Serpejante
Fonte: Site MinhaVida

 

 

 

 

 

 


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