Logomarca Velhos Amigos
INFORMAÇÃO / FIQUE POR DENTRO

Episódio dos mais emblemáticos e alentadores do século passado, o Festival de Música e Artes de Woodstock hoje só é lembrado pelo grande público e a grande imprensa em efemérides como a desta 5ª feira (15), quando se comemora seu cinquentenário.

E mesmo em tais ocasiões, os enfoques da indústria cultural oscilam entre o nostálgico e o pitoresco, como inimiga que foi e é dos ideais que se corporificaram naquele magnífico evento.

Indo na contramão, como sempre, faço questão de manter sempre viva a lembrança de Woodstock e dos caminhos que ainda nos aponta, hoje e agora, para a construção de um mundo melhor.

Para começar, uma constatação óbvia: Woodstock foi uma moeda que caiu em pé.

Os deuses de todos os povos e de todos os tempos parecem ter-se mobilizado para que tudo desse certo durante três dias mágicos, maravilhosos, que seriam para sempre lembrados como uma amostra da perfeição possível neste sofrido planeta.

Sem favor nenhum, posso afirmar que Woodstock foi o evento musical que mais influenciou as artes e os costumes na história da humanidade. E a conjunção de fatores que o transformou em marco e lenda dificilmente se repetirá. 

Não precisamos acreditar piamente na esnobada de Gilberto Gil: "Quem não dormiu no sleeping bag nem sequer sonhou". Mas, tão somente, levar em conta o que houve de específico nesse festival. Outros sonhos virão, com certeza. A História não tem fim, queiram ou não os Fukuyamas agourentos... (continua aqui, pois se trata de um texto longo, ilustrado por 11 imagens e incluindo janelinhas com os vídeos das performances de Jimi Hendrix, Joe Cocker, Richie Havens, Santana, Joan Baez e Jefferson Airplane; a reprodução é livre, sendo obrigatória a citação da fonte) 

Autor(a): Celso Lungaretti
Fonte: naufrago-da-utopia.blogspot.com/2019/08/o-festival-de-woodstock-comemora-50.html

 

CLIQUE AQUI PARA ENVIAR SUA OPINIÃO SOBRE ESTA MATÉRIA

 

 

 

 

 


VOLTAR
AO TOPO DA
PÁGINA