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INFORMAÇÃO / GENTE EM FOCO

ELIZABETH TAYLOR
publicado em: 12/01/2016 por: Netty Macedo

Em 1932, nascia Elizabeth Taylor em Londres. Era filha dos americanos Francis Leen Taylor e Sara Viola Rosemond Warmbrodt, que se mudaram para os Estados Unidos em 1939.
Aos 10 anos, começou sua carreira com o filme There’s One Born Every Minute, não obtendo sucesso e, consequentemente, não conseguindo renovar seu primeiro contrato com a Universal Pictures.

Aos 11 anos, em 1943, revelou ser uma menina-prodígio, ao representar a pequena Priscilla, no filme "Lassie", traduzido no Brasil para "A Força do Coração". Daí pra frente deslanchou, tornando-se imortal na história do cinema.

A menina de olhos de cor violeta e olhar cativante tornou-se uma das mulheres mais bonitas do cinema internacional. Em cena, a câmera quase sempre destacava seu lindo colo de fartos seios. Conta-se que tinha pernas finas e que era baixinha e não tinha bunda...  Deve ser intriga, né?

A partir de 1950, passou a ganhar mais notoriedade como atriz, ao representar os filmes: "Um Lugar ao Sol", ao lado de Montgomery Clift; "Assim Caminha a Humanidade", com Rock Hudson; "A Última Vez Que Vi Paris", ao lado de Van Johnson e Donna Reed.

Também ficou famosa por ser considerada uma amiga fiel e defensora de causas consideradas tabus. Foi amiga de Mickey Rooney, Montgomery Clift e do Rock Hudson,  estes dois últimos homossexuais. Mais tarde, tornou-se amiga de Michael Jackson e o defendeu contra as inúmeras acusações de pedofilia que o cantor recebia. Michael retribuiu à Liz Taylor, destinando-lhe a canção "Liberian Girl " e outras obras artísticas.

OSCAR
Foi duas vezes premiada com o Oscar de melhor atriz: a primeira, em 1960, fazendo o papel de menina de programa, no filme "Butterfield 8, o Número do Amor".
Seu segundo Oscar foi conquistado ao representar ao lado de Richard Burton, no filme "Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?", lançado nos Estados Unidos, em 1963,  e aqui no Brasil, em 1966.

Vida pessoal
Casou-se 8 vezes, o que naquela época era considerado um escândalo. Mas só teve filhos com três de seus maridos: dois filhos, com Michael Wilding, e uma menina, com Michael Todd.
Casada com Richard Burton, adotou uma criança alemã, em 1975.

Richard Burton foi o maior amor de sua vida. Casaram-se duas vezes. Tudo começou em 1960, durante a primeira e longa filmagem do filme Cleópatra, onde atuaram juntos, que foi exibido no Brasil em 1963.
E foi nesse filme que Liz Taylor recebeu um milhão de dólares, sendo a primeira atriz, em Hollywood, a receber essa fortuna pra representar em um filme.
Seguiram-se outros 11 filmes, sendo sempre a mulher mais bem paga do mundo.

Em 1997, Liz precisou se submeter a uma cirurgia para remover um tumor do cérebro.
Durante anos, Liz Taylor apareceu nas manchetes dos jornais e TVs com notícias sobre seus sucessos, festas com celebridades internacionais e por sua iniciativa de levantar fundos para campanhas contra a AIDS, em 1980, quando o mundo tomou conhecimento da morte de Rock Hudson, vítima da doença.

Além da perda do amigo, naquele ano ela perdeu também espaço nos grandes filmes, obtendo poucos contratos.
Os últimos filmes foram "A Maldição do Espelho" (1980), de Guy Hamilton; "A Vida do Jovem Toscanini" (1988), de Zefirelli; e "Os Flintstones" (1994), no papel de sogra de Fred Flintstone, de Brian Levant.

Em 2001 voltou ao cenário, ao receber do Presidente Bill Clinton, a Presidential Citizens Medal, por seus trabalhos filantrópicos. Esta é considerada a segunda medalha mais importante concedida a uma personalidade norte-americana.

E sua saúde foi-se deteriorando por causa dos vícios, tanto com bebidas alcoólicas como com drogas. Engordou muito, tornando-se dependente de uma cadeira de rodas e precisou, por diversas vezes, ser internada em hospitais e clínicas.

E foi no mês de fevereiro de 2011, que ela voltou a ser internada no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, para fazer a sua última e fatal cirurgia.
Faleceu no dia 23 de março, aos 79 anos.

Outros filmes

"De Repente, no Último Verão" (Joseph L. Mankiewicz)
"Jane Eyre" (Robert Stevenson)
"O pai da Noiva" (Vincente Minnelli)
"Nossa Vida com Papai" (Michael Curtiz)
"Gata em Teto de Zinco Quente" (Richard Brooks)
"A Mocidade É Assim Mesmo" (Clarence Brown)

Fonte: Wikipédia, jornais e e-mails enviados.
Por: Lou Micaldas
Revisão: Anna Eliza Fürich

aefuhrich@gmail.com

 

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