Logomarca Velhos Amigos
INFORMAÇÃO / REPORTAGENS

MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL DA QUINTA DA BOA VISTA
publicado em: 14/09/2018 por: Lou Micaldas

Situado na Quinta da Boa Vista, no bairro de São Cristovão, o Museu de História Natural é também conhecido por Museu da Quinta.
Possuia um grande acervo histórico e científico, contando entre suas principais atrações fósseis e esqueletos de dinossauros, múmias egípcias, meteoritos e muitos objetos usados por civilizações primitivas.

Incêndio | Atenção!

Na noite de 2 de Setembro de 2018, num domingo,  a notícia "museu pega fogo" foi anúnciada. Infelizmente um incêncio de grandes proporções destruiu praticamente todo o museu e o acervo.
Nada mais triste saber que um acervo histórico e científico, acumulado ao longo de anos, foi destruído.
O museu deveria ter no mínimo uma brigada de incêndio no local. Mais um triste e vergonhoso fato para a cultura e a ciência no Brasil.

Localização | Como chegar ao local

O Museu Nacional fica dentro do Parque da Quinta da Boa Vista. Para chegar ao local pode-se usar o metrô e descer na estação São Cristóvão e atravessar uma avenida. Um dos portões de entrada da Quinta fica logo ao lado da estação. Após uma curta caminhada por entre os jardins, chega--se ao antigo Palácio Imperial que hoje sedia o museu.

Embora para visitar o parque não seja cobrada nenhuma taxa para visitar o museu é cobrado um ingresso de valor acessível à qualquer pessoa.
Endereço: Quinta da Boavista, sem número, bairro São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 20940-040

Horário de funcionamento:  Expediente: Terça-feira a Domingo, incluindo feriados, das 10 às 17hs. Segunda feira das 12 às 17 horas | Telefone: (21) 3938-6900 //Preço: Inteira R$6, meia entranda R$3. 
Entrada grátis para crianças até 5 anos, funcionários e alunos da UFRJ e idosos acima de 60 anos. Podem ser concedidos descontos para famílias. 

O que ver no local?

Tanto para adultos como para crianças, o acervo ou material exposto no museu é muito interessante, e um passeio ao local pode se tornar uma aula sobre os inúmeros ramos da história da natureza.

Mais do que uma atração exótica para olhos curiosos, é um precioso acervo de estudo científico e do conhecimento humano, e o prédio carrega também uma interessante e longa estória por trás de sí, sendo que já foi a antiga morada dos Reis, quando então era chamado Paço Imperial de São Cristóvão.

Meteoritos e Múmias 

O Museu abriga uma acervo histórico e científico de história natural, contendo fósseis de várias partes do mundo, esqueletos de enormes dinossauras, indumentárias de indios de várias partes do mundo, múmias e esquifes Egípicios, equipamentos e armas de civilizações primitivas e vários objetos e referências a indígenas brasileiros.
O acervo é grande e visitamos o Museu em Abril de 2008 e Maio de 2009. Este vem sendo reformado e renovado.

O enfoque da atenção de cada visitante depende da área de interesse. Exatamente na entrada, existe um enorme meteorito, encontrada no século XVIII pesando mais de 5 toneladas. Ao caminhar pelo museu nos deparamos com uma sala especialmente dedicada à ciêntista Berta Lutz que também foi pioneira na luta pelos direitos das mulheres. Já em outra sala existe em exposição um gravador primitivo, fabricado pela companhia de Thomas Edson e utilizado por Roquete Pinto, que fez várias gravações de cantos e cerimônias indígenas.

O museu também conta com um enorme acervo de animais empalhados tanto da fauna brasileira como de outros paises, incluse enormes animais, como tigre e elefante. Certamente estes animais, e todos os objetos e itens são ou foram objeto de estudo de pesquisadores. E continuam a ser um acervo de pesquisa científica.

Mas para quem quizer ver alguns animais vivos, ao lado deste museu, existe o Zoológico do Rio de Janeiro, com entrada muito próxima e dentro do próprio parque da Quinta da Boa Vista.

Dinossauros

Uma das mais interessantes atrações do museu são os enormes esqueletos de dinossauros que realmente impressionam. Eles são mostrados sobre plataformas que simulam o solo e arredores do local onde viviam em tempos pré-históricos.

Dinossauro - Museu Nacional na Quinta da Boa VistaDinossauro no museuAlgumas ilustrações reconstituem a aparência em pintura, dando uma idéia de como eram estes imensos animais se ainda estivessem vivos.
Na primeira foto do lado direito, fossil de enorme dinossauro exposto no Museu Nacional de História Natural.

Existem vários outros expostos, tanto de animais terrestres como de aves pré-históricas. Existe também um enorme esqueleto de baleia.

Na segunda foto do lado direito o esqueleto fossil de ave dinossauro e ao fundo a pintura simulando sua aparência.

Em outras exibições, assim como nesta, a intenção é dar uma idéia do ambiente natural onde viveram estes seres pré-históricos.

Índios e Diferentes Civilizações em Exibição

Em várias alas do museu estão expostos indumentárias e objetos das mais diferentes civilizações e nações, povos e culturas, algumas que ainda e existem e outras que não existem mais. A foto abaixo vista do lado esquerdo mostra uma exposição onde são vistos no centro da sala várias máscaras, mantas e demais indumentárias de povos Indígenas, e nas paredes objetos de uso dos indígenas, como remos, pás, arcos e flexas.

Artefatos indígenas no Museu Nacional de História Natural - Quinta da Boa VistaGravador de cilindo marca Thomas Edson museu da Quinta da Boa Vista
Na foto ao lado, um gravador de cilindros, marca Thomas Edson utilizado por Roquete Pinto para registrar cantigos Indígenas.

Este é um objeto que chama a atenção, pois é um dos primeiros e primitivos gravadores de som e vozes que foram fabricados, pela empresa de Thomas Edson, o inventor da lâmpada eletríca. O gravador foi uma de suas inúmeras invenções.

Este gravador pertenceu à Roquete Pinto, um médico, escritos e antropólogo, que o utilizou para registrar canticos indígenas no início do século 20. O gravador usava cilindros para registrar sons, e os cilindros com as gravações feitas pelo antropólogo também estão expostos no local. Na época em que a foto foi tirada, a audição dos sons gravados não estava disponível através da reprodução por outros meios. Seria algo muito interessante se pudessem ser ouvidos.

Autor(a): Ana
Fonte: Pesquisa em vários sites
Colaborador(a): Lou Micaldas

 

CLIQUE AQUI PARA ENVIAR SUA OPINIÃO SOBRE ESTA MATÉRIA

 

 

 

 

 


VOLTAR
AO TOPO DA
PÁGINA