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INFORMAÇÃO / VOVÔ AMA VOVÓ

AMAR É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA
publicado em: 27/11/2015 por: Netty Macedo

Todo o mundo precisa se sentir amado.
Todas as pessoas querem ouvir elogios e querem ter certeza de que são importantes.

Página criada em 1999

É uma ilusão pensar que se ama alguém por causa de suas qualidades. Existe até quem afirme que os defeitos são o tempero, o charme da pessoa amada. 

O amor não se justifica. Ele nasce de dentro pra fora. Não é a outra pessoa que amamos. Nós amamos o amor. A outra pessoa foi uma escolha nossa, para projetarmos nela os nossos sonhos e permitirmos a nós mesmos a oportunidade de sentir amor.

Aí, abrimos a nossa guarda, fechamos os olhos, porque é pra dentro de nós mesmos que olhamos e, simplesmente, sentimos amor.

É bom pensar nisso: escolhemos determinada pessoa e, sem nos darmos conta, transferimos pra ela o amor que idealizamos. Passados os momentos de euforia, quando abrimos os olhos, nos vemos diante de uma pessoa real e não a que projetamos.

Começamos, então, a enxergar as diferenças e a descobrir os defeitos. É comum entrarmos em conflito. É difícil suportar conviver com a realidade, porque não queremos destruir o nosso sonho.

Colocamos naquela pessoa escolhida por nós a culpa por ela não ser quem nós queríamos que ela fosse. É este um dos motivos das brigas e das separações.

A DECISÃO É NOSSA

Depende de nós, da nossa vontade, do nosso cuidado, alimentar cada vez mais o amor, numa atitude construtiva e consciente, cultivando o afeto, relevando as diferenças, decidindo amar a pessoa "amada" do jeito que ela é.
Podemos transpor os obstáculos, valorizando as qualidades e relevando os defeitos. Surgirá, então, uma outra qualidade de amor, com uma união mais sólida alicerçada na pessoa real e não na fantasia.

EXISTEM EXCEÇÕES

Excetua-se, aí, é claro,os distúrbios de caráter, falsidade ideológica ou outras anomalias que tornam a convivência insuportável. Ninguém pode sugerir que se faça o sacrifício de viver ao lado de alguém que nos faça tristeza. Ninguém nasceu pra sofrer. Alimentar um relacionamento deteriorado é masoquismo.

EFEITO BUMERANGE

Amar é um exercício constante. Você pode se abrir para o amor, expressando os seus sentimentos em forma de palavras, de gestos, de um sorriso, de um olhar. Faça isso! Experimente sorrir e receberá um sorriso de volta. Ame e deixe-se amar.

O amor tem a magia e a força de um bumerangue. Você o lança e ele volta pra você. O mundo está cheio de gente que precisa de dar e de receber afeto. Ninguém necessita mais de afeto do que aquele que aparenta ser"seco", "na dele".

Uma das formas de encontrar a felicidade é buscando o amor. Somente você pode abrir seu coração, cultivar e sustentar este sentimento. Todo o mundo precisa se sentir amado. Todas as pessoas querem ouvir elogios e querem ter certeza de que são importantes.. Porém tão importante quanto as palavras são as atitudes que denotam amor, carinho, bom humor.

NAMORO: DO TELEFONE PRO COMPUTADOR

Pessoas de todas as idades se utilizam até hoje, o telefone para namorar. Especialmente as mais idosas que, por terem dificuldades de sair de casa, fogem da solidão, sem correr riscos.
A Internet também está aí pra diminuir as distâncias e aumentar as possibilidades de amar, de fazer amigos e de encontrar um companheiro. A Internet é uma verdadeira corrente de comunicaçãp que tomou conta do mundo. As famosas salas de chat, agrupadas por idade ou não, oferecem oportunidades de conversar muito, de mentir, de desmentir, de sonhar, e preencher o tempo com momentos felizes com garantia de privacidade.

Essa forma de namoro, que pode levar à satisfação sexual, é considerada pelos sexólogos como uma alternativa saudável em qualquer idade, além de não oferecer risco de contaminação de doenças sexualmente transmissíveis.

UNIÃO SEM SEXO

É muito comum, no mundo moderno, pessoas maduras e equilibradas procurarem um parceiro pra trocar afeto, para sair de mãos dadas e passear. Querem apenas isso, unirem-se, desinteressadas de sexo, sem ter o compromisso de sentir e de despertar tesão.

É muito provável que uma relação combinada assim, em que as partes dispensam o ato sexual, seja satisfatória para ambos. O amor e o sexo coexistem, mas isto não quer dizer que um não sobreviva sem o outro. Podemos praticar o ato sexual sem amor, buscando uma satisfação física e, por outro lado, podemos amar, só na base do companheirismo, do afeto, da ternura, onde as tristezas e as alegrias são compartilhadas. O prazer não está localizado exclusivamente nos órgãos genitais. É normal isso? Está direito isso? Por que tanto espanto?

QUEM PODE JULGAR?

Precisamos acabar, de uma vez por todas, com regras e tabus.
Cada pessoa é única e tem as suas necessidades, seus desejos diferenciados. Quem é que pode decretar o que é normal? Quem pode se investir no direito de julgar o que é certo ou errado, numa relação, que em nada vai incomodar o vizinho, ou trazer danos à sociedade? Quanto ao idoso, ele não é obrigado a ser assexuado, como pregam os falsos moralistas, mas também não é obrigado a sentir tesão.

Todos somos livres para sentir ou deixar de sentir. Devemos nos livrar das cobranças e seguir adiante, em busca do nosso direito de viver como acharmos melhor. Precisamos nos libertar da preocupação com aquilo que os outros pensam. Antes de ser importantes para alguém, devemos ser importantes para nós mesmos.

Ame. Amar o próximo, antes de beneficiar o próximo, beneficia aquele que ama. Relacione-se com muita gente, aumente o seu círculo, não se feche, você vai se sentir enriquecido com a troca.

O coração não sabe bater sozinho, assim falou Magdalena Léa, autora do livro "Quem tem Medo de Envelhecer?" Deve ser por isso que os seus olhos, aos 87 anos, mantinham o brilho da felicidade e podiam enxergar tanta beleza a sua volta.

Vamos acabar com o preconceito em relação aos Sex-Shops
(Isto não é um comercial).

Nestas lojas são vendidos excelentes recursos para proporcionarem sexo seguro, além de mecanismos para evitar a ejaculação precoce, para estimular a excitação, tanto da mulher como do homem, e ainda produtos que podem ser utilizados por aqueles que vivem sozinhos e precisam resolver suas necessidades sexuais.

Revisão: Anna Eliza Führich

Autor(a): Maria de Lourdes Micaldas

 

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